Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens

sábado, 27 de novembro de 2010

Querido Diário - Faltam 18 dias


Faltam 18 dias e hoje o dia foi cansativo. Várias reuniões e tarefas além do sono acumulado da semana que fiquei dormindo tarde. Saí do trabalho e fui comprar mala para voltar para o Brasil. Amanhã já começo a empacotar algumas coisas.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Querido Diário - Faltam 23 dias


Faltam 23 dias e hoje foi um dia comum. Nada de especial. Trabalhei bastante sem tempo para muita coisa hoje. Só fui ver internet mesmo quando cheguei em casa. Na preguiça de uma janta mais elaborada comi miojo mesmo. E assim o dia foi ficando para trás...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Querido Diário - Faltam 29 dias

Essa manhã, um rapaz de seus 26 anos, acordou, cumpriu todas suas rotinas matinais, se arrumou, pegou sua moto e veio trabalhar. No caminho talvez pensasse em seus afazeres, talvez pensasse na família ou até em planos para o futuro. Há menos de um quilometro do trabalho, ao ultrapassar um caminhão que levava peças para sua própria empresa, perdeu o controle de sua moto em um dos incontáveis e indecentes buracos que existem por aqui e caiu em baixo da carreta que, sem tempo para qualquer outra coisa, passou por cima dele. Morreu na hora.
Não tive muito contato com ele. Apenas algumas interações de corredor. Sentava-se no mesmo andar que eu e era sempre simpático. Mas esse episódio me deixou chocado e chateado o dia todo. Me levou a pensar como a vida é frágil, como nunca sabemos o que vai acontecer, como a vida é feita de pequenas decisões que tomamos e como esse tipo de coisa pode acontecer com qualquer um.
Hoje faltam 29 dias e o dia foi pesado, triste...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Querido Diário - Faltam 30 dias


Faltam 30 dias e hoje quase foi um dia normal. Acordei cedo me arrumei para o trabalho e tomei de café-da-manhã um browne que eu tinha feito no dia anterior.
Segui na minha rotina de análises e reuniões com destaque para uma. É impressionante como, ao discutir uma nova proposta de bônus para os operadores, o RH se esquiva de qualquer indisposição que possa vir a ter com o sindicato. Quase perde o sentido fazer uma nova proposta.
Na volta para casa decidir passar no supermercado, já que não tinha água engarrafada em casa. Comprei cinco garrafas de água e três de suco de laranja e mais outras coisas. Na hora de passar no caixa o cara ficou olhando para mim com aquela cara de “o que eu faço agora?” e começou a falar em hindi.
Pedi para ele falar e inglês, mas ele não sabia. Então a mulher que estava atrás de mim na fila interferiu e começou a falar com ele. Descobri que instruíram o indivíduo a não passar mais do que seis garrafas de líquido (hã?). A mulher falou para ele deixar de frescura e passar logo porque sou estrangeiro.
O motivo da instrução é porque tem gente que vai lá e compra água para vender fora. A pergunta que não quer calar: Qual é o problema nisso??? Estão comprando, pagando o preço de tabela (aqui na Índia os preços são tabelados e já vêm impressos nos produtos), aí vão levar para a vendinha deles e vender mais caro. Azar da anta que compra! Todo mundo pode evitar a biboca desses revendedores.
No final ele passou tudo sem grandes resistências. Obviamente ele não sabia usar o cartão de credito com chip (essa é uma grande dificuldade aqui na Índia), mas eu fiz a transação para ele.
Agora estou aqui em casa, jantando uma baguete de queijo que comprei.
Até amanhã!